10 Mandamentos de um Blogueiro

17 de jul de 2012







Sou Cristão, Não perfeito !!!

15 de jul de 2012





#SouCristao e Não Desisto Nunca !!!

10 de jul de 2012




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Leia De Baixo para Cima !!!





Jamais Deixarei Você !!! - Jantar de Casais

9 de jul de 2012




Estive tocando em um jantar de Casais esse Fim de Semana em Campos Novos Paulista ... e gravei um video com a Galera por lá .... Espero que gostem !!!

Jamais Deixarei Você
Bruna Karla

Olha pra mim, você já sabe
O que eu sinto não é mais um segredo
Eu sempre quis alguém assim
Pra me amar e cuidar de mim

E eu prometo, vou te retribuir
Tudo aquilo que tem feito por mim
Ah eu prometo, te fazer mais feliz
E ser tudo que você sempre quis

Quando você chorar
Eu vou estar aqui pra te abraçar
Palavras nem sempre vão adiantar
Mas você verá escrito no meu olhar
Amor, jamais deixarei você

Foi difícil chegar até aqui
Mas você sempre me fazia sorrir,
Segurava a minha mão dizendo: "Deus conosco está"
E o nosso amor resistirá

Quando você chorar
Eu vou estar aqui pra te abraçar
Palavras nem sempre vão adiantar
Mas você verá escrito no meu olhar
Amor, jamais deixarei você

Olha pra mim, leia em meus olhos
Jamais deixarei você


Os Momentos mais sublimes de Jesus – seus últimos

7 de jul de 2012






Começou na noite de quinta-feira, no mês judeu de Nisan (Abril), por volta do ano 30 d.C. Um dos discípulos de Jesus, Judas Iscariotes, planejou traí-lo por trinta moedas de prata. O sinal de morte: um beijo. No jardim do Getsêmani, pouco distante de Jerusalém, Jesus sabia exatamente o que estava vindo e começou a orar. Seu coração quase não podia suportar tamanho peso: “A minha alma está cheia de tristeza até a morte” (Mateus 26.38). Então, a multidão apareceu com espadas e porretes. Judas beijou Jesus, e o prenderam. Os discípulos de Jesus se acovardaram e deixaram-no sozinho.

A Paixão de Jesus frente ao Sinédrio.

Jesus foi levado ao Sinédrio, que estava pronto para colocá-lo em julgamento no meio da noite. A acusação decisiva foi blasfêmia:
O sumo sacerdote lhe tornou a perguntar, e disse-lhe: És tu o Cristo, Filho do Deus Bendito? E Jesus disse-lhe: Eu o sou, e vereis o Filho do homem assentado à direita do poder de Deus, e vindo sobre as nuvens do céu. E o sumo sacerdote, rasgando as suas vestes, disse: Para que necessitamos de mais testemunhas? Vós ouvistes a blasfêmia; que vos parece? E todos o consideraram culpado de morte. (Marcos 14.61-64)
“Então cuspiram-lhe no rosto e lhe davam punhadas, e outros o esbofeteavam, a dizer-lhe: Profetiza, Cristo, quem é o que te bateu?. E os servidores davam-lhe bofetadas.” (Mateus 26.67-68; Marcos 14.65).
Enquanto isto, próximo à corte, seu discípulo Pedro que havia dito: “Ainda que me seja necessário morrer contigo, de modo nenhum te negarei” (Marcos 14.31) o negou três vezes: “Não conheço tal homem” (Mateus 26.72). Quando Jesus olhou para ele, Pedro deixou o local e chorou amargamente.

A Paixão de Jesus frente a Pilatos e Herodes.

Então eles entregaram Jesus ao governador romano, Pilatos, ainda no começo da sexta-feira. Depois do interrogatório, Pilatos o enviou ao Rei Herodes, que estava na cidade e esperou ver Jesus fazer um milagre. Herodes e seus soldados trataram Jesus com desrespeito, colocaram-lhe uma veste real para ultrajá-lo, e o enviaram de volta para Pilatos.
De acordo com um estranho costume, Pilatos ofereceu libertar um prisioneiro e dar à multidão a escolha entre Jesus e Barrabás, um notório terrorista que “tinha num motim cometido uma morte” (Marcos 15.7). A multidão escolheu Barrabás e gritou para que Jesus fosse crucificado. Eles fizeram-no ser uma ameaça ao império, que reivindicava ser um rei. “Se soltas este, não és amigo de César; qualquer que se faz rei é contra César” (João 19.12). Pilatos estava na parede. Deveria matar um homem inocente ou arriscar a aparência de sedição?
Pilatos tomou sua decisão. Lavou suas mãos, numa tentativa inútil de remover sua culpa por ter libertado Barrabás e entregue Jesus aos soldados. “Estou inocente do sangue deste justo. Considerai isso.”, ele disse (Mateus 27.24). O aconteceu nas horas seguintes está além de descrição ou ilustração. Os meros fatos não contam a história inteira. Porém, eles são cruciais.
Jesus foi oprimido. A palavra não é capaz de transmitir a realidade da tortura.
Açoitamento era uma preliminar legal a toda execução romana, e somente mulheres, senadores e soldados (exceto em caso de deserção) eram excluídos. O instrumento usual era um chicote curto (flagrum ou flagellum), de diversas formas, apenas uma ou muitas tiras de couro, de tamanhos diferentes, com esferas de metal ou garras feitas com ossos bovinos amarrados nelas. Para o castigo, o homem tinha suas roupas rasgadas e suas mãos eram amarradas. As costas, quadris e pernas eram chicoteados por dois soldados ou um, em diversas posições. Não se sabe se o número de açoites foi limitado a 39, de acordo com a lei judaica[1].
Depois da tortura, o batalhão inteiro de soldados se reuniu ao redor deste homem fraco e sangrando, e colocaram uma capa escarlate nele. Pressionado pelo peso da túnica sobre seus ombros dilacerados, Jesus recebeu uma cana em sua mão direita e ajoelharam-se diante dele, zombando “Salve, Rei dos Judeus”. Os soldados bateram nele com suas próprias mãos. Eles cuspiram nele. Fizeram uma coroa cheia de espinhos – provavelmente não aqueles que vemos em rosas, mas um tipo mais longo, parecido com lâminas. Então, eles não apenas colocaram a coroa, mas bateram em sua cabeça – cravando os espinhos em seu crânio (Marcos 15.17-19).

A Paixão de Jesus na Cruz.

Eles o levaram para uma montanha chamada Gólgota (latim: Calvário), fora da cidade, e o pregaram numa cruz. Martin Hengel escreveu um estudo histórico-científico sobre a crucificação no mundo antigo. Ele cita Lucius Seneca, em meados do primeiro século, que escreveu sobre uma variedade de crucificações: “Eu vejo cruzes, não apenas de um tipo, mas feitas de diferentes maneiras; algumas têm suas vítimas de ponta-cabeça, algumas empalam as suas partes íntimas; outros têm seus braços quebrados no madeiro”[2]. Hengel cita outra fonte antiga (Pseudo-Manetho) sobre o método de crucificação: “Punidos com os braços estendidos, eles viam a estaca como seu destino; eles eram fixados e pregados no mais doloroso tormento, uma comida maligna para aves de rapina e cães”[3]. Em suma, Hengel diz que “era uma sensação terrivelmente ofensiva, ‘obscena’ no sentido original da palavra”[4]. E entre os judeus, a maldição divina era adicionada ao escândalo humano, porque na lei judaica, o Torá, diz-se: “porquanto o pendurado [num madeiro] é maldito de Deus” (Deuteronômio 21.23).

“E era a hora terceira, e o crucificaram” (Marcos 15.25). Isto quer dizer 9 horas da manhã. Pilatos ordenou uma placa sobre sua cabeça: “Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus” (João 19.19). Transeuntes o ridicularizavam: “Tu, que destróis o templo, e em três dias o reedificas, salva-te a ti mesmo. Se és Filho de Deus, desce da cruz” (Mateus 27.40). Os soldados o humilharam. Os príncipes dos sacerdotes com os escribas e anciãos uniram-se ao coro: “Salvou os outros, e a si mesmo não pode salvar-se. Se é o Rei de Israel, desça agora da cruz, e crê-lo-emos” (Mateus 27.42). E mesmo os criminosos que estavam crucificados com ele, insultavam-no.

Jesus bebeu o cálice de sofrimentos variados, e rejeitou qualquer anestésico contra a dor. “Deram-lhe a beber vinagre misturado com fel; mas ele, provando-o, não quis beber” (Mateus 27.34). Por volta do meio-dia, próximo ao fim, ele gritou “Eli, Eli, lamá sabactâni; isto é, Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Mateus 27.46). Surpreendentemente, estas aparentes palavras sem esperança são as exatas palavras no início do Salmo 22, do Antigo Testamento, que então termina como um Salmo de grande esperança. O salmista, que parece começar em desespero, finalmente exulta em Deus e diz: “Então declararei o teu nome aos meus irmãos; louvar-te-ei no meio da congregação” (v.22). A igreja primitiva não perdeu a conexão entre as palavras agonizantes de Jesus e a esperança final deste salmo. Eles aplicaram estas próprias palavras de triunfo à Cristo, depois de sua ressurreição (Hebreus 2.12). Sim, havia um tipo de abandono da parte de Deus na cruz, mas o abandono não foi total.

Depois de três horas na cruz, Jesus morreu. Seus discípulos viram um espantoso e transformador momento de diferentes ângulos e os sumarizaram de diferentes formas. Mateus diz: “E Jesus, clamando outra vez com grande voz, rendeu o espírito” (Mateus 27.50). João escreve: “E, quando Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito” (João 19.30). Lucas, que não estava lá, mas que pôde ter conseguido esta informação com a mãe de Jesus, escreve: “E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isto, expirou” (Lucas 23.46).

Para ter certeza de que ele estava morto, um soldado romano “lhe furou o lado com uma lança” (João 19.34). Ele foi retirado da cruz por sua família e amigos, e colocado em um túmulo comprado, numa caverna. Pilatos deu ordem para que o túmulo fosse selado e guardado. Uma grande pedra foi usada para fechar a entrada da tumba e soldados ficaram de guarda. Lá, o corpo repousou até o começo da manhã de domingo.

Por John Piper - Traduzido por Josaías Jr. | iPródigo


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CORNERSTONE - HILLSONG 2012 #Top5

1 de jul de 2012




(DVD Completo aki em cima )



É isso ahe Galera ... acabo de ouvir o novo album da Hillsong Church 2012 !!! CORNERSTONE !!!
E ficou .... como sempre fera demais !!!!
E graças a Deus ... consegui ouvir ... alguns sinths dos keys em alto e bom som ..... até que enfim em !!!

Segue abaixo uma análise do #PortalDT sobre o CD e logo abaixo um #Top5 by @criaugusto !!!


Com mais de 12 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo, Hillsong LIVE um dos ministérios mais influentes do mundo dispensa apresentações retorna com 15 novas canções com o intitulado Cornerstone, em tradução, Pedra angular. Estou realmente impressionado com a qualidade que as canções tomaram e os pontos negativos do álbum foram facilmente superados com canções como I Surrender, Great than all, Cornerstone, Praise him e Beneath the water. Enfim, vamos lá.

Abrindo o álbum, Endless light em seu estilo congregacional, hillsong de ser é fortemente influenciada por bandas do indie rock. O que a faz ainda mais grandiosa e viciante. O refrão a ser cantado instantaneamente, a ponte em seu ritmo envolvente trouxeram renovação no já existente.
PS: Foi de muito bem sucedida que o Joel Houston não abrisse o álbum, um clima de renovação que foi dado ao álbum desde o início.
Beneath the Waters ficou com a sensação de dever algo, Annie Greater cantou como melhor sabe fazer, mesmo assim fez apenas mais uma música e não um grande destaque como foi projetada ser. Ainda assim é grandiosa, forte e poderosa.

Conerstone é merecidamente o título do álbum é simplesmente um dos maiores destaques do Hillsong, dos últimos anos. O uso de um hino tradicional e um refrão de fácil assimilação fez de cornerstone uma canção espetacular, em nada errar, seja em excessos, seja em tudo estar perfeitamente arrumado e grandiosamente arranjado e com a assistência da igreja, em cantar em alta voz.
O ponto alto de tudo é sem dúvida a reprise da canção com a igreja contemplação da igreja adorando, isto se você conseguir tirar os olhos da Annie cantando com o Dave Ware.

I Surrender é a melhor canção do álbum, épica, gloriosa, os rifles de guitarra do Nigel e a performance do Matt Crocker estão absurdamente perfeitos, bem como Darlene cantando em segunda voz, a versão presente no DVD com a completa experiência é indescritível em reviews.

Hope of the world, é grandiosa na simplicidade, prosseguindo no que melhor sabe fazer, Reuben Morgan trouxe mais uma obra prima, perfeitamente valsada e arranjada, de extrema transparência e clareza.
O Reuben é verdadeiramente um gênio em fazer do que é simples grandioso e escrever coisas grandiosas que pareçam simples. O refrão de hope of the world é a prova disto.

All my Hope e Grace Abounds são canções ame ou odeie, não há meio termo, ou elas são chatas e cansativas ou lindas e apaixonantes em seus aspectos simples e pegajosos de adoração. É o risco de se corre em apostar tudo num refrão e ponte chiclete e repetitivo.
No mais, poderiam ser facilmente retiradas e servem mais como interlúdio do que canções de algum destaque.

Running é o momento pula sai do chão, a canção mais ao vivo do álbum, a que a igreja mais interagiu. O melhor momento ever é a surpresa dos sintetizadores de música eletrônica que ganham destaque após a execução da ponte. É impossível não cantar com o JD o refrão. We are runiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiing!

Children of light tem uma forte melodia, um arranjo grandioso, o som do baixo na canção é alucinante.
A ponte é o melhor momento, você se empolga junto. Simplesmente, inovadora.

Stand in awe e Love Knows no end seguem o mesmo parâmetro de estrutura, enquanto stand in awe tem um tom mais calmo congregacional e até mais do mesmo e sem graça, Love knows no End é magnifica, em sua influências do hip hop nos versos e o versão avassalador, Dave Ware faz de uma canção que facilmente poderia se passar despercebida algo grandioso.

Great than All Como cantado no refrão de Great than all, Deus tem faz grandes coisas, somente Deus pode inspirar o homem a escrever louvores de exaltação a ele tão magníficos como esta canção que compete com I Surrender em ser a melhor do álbum, de algo ela ganha de lavada, a melhor ponte deste álbum que fez das pontes das canções o ponto alto delas. O Woah-oh oh oh oh! é simplesmente épico. Não preciso comentar do Jad cantando, ouça e verá que quando você acha que ele já deu seu melhor no álbum anterior, ele te surpreende…

Love So High e I Desire Jesus, belas canções congregacionais, a esta altura o álbum já mostrou o seu melhor e estas servem para completar o e reafirmar o já cantado.
Enquanto em Love so High Matt Crocker reafirma ser um dos principais lideres de adoração, Darlene prova ser grande, em I Desire Jesus, a ponto de fazer uma canção que se não solada por ela seria apenas mais uma dispensável, algo grandioso, ainda assim, sinto saudades da Darlene que por muitos anos fez e cantou coisas impecáveis e apoteóticas.

Praise Him é a maior surpresa do álbum, e encerra o álbum com chave de ouro, quebrando meus conceitos de que canções agitadas não devem encerrar álbuns de adoração. Matt Crocker, em sua maior representação já num álbum do Hillsong canta e escreve mais que uma canção agitada, Praise Him é mais do que isso, é uma declaração poderosa de louvor e engrandecimento ao Senhor, é uma das melhores canções do álbum, para ser cantada com toda alma e coração. Se eu pudesse avalia-la em notas, daria a mais alta possível. O único grande erro é que esta apenas está disponível na versão deluxe do álbum e no DVD, um grande e irreparável erro.

Cornestone é um álbum espetacular, agora as mudanças estão se estabilizando é perceptível uma nova identidade no Hillsong. Agrupando um pouco daqui, influência dali, A Hillsong Creative não deixará de ser influência na adoração global nem tão cedo.

Cornerstone é também um álbum intrigante, que traduz nas letras a esperança, e no instrumental pesado e sombrio os tempos difíceis, a mensagem pertinente no álbum.

Cornerstone será lançado no próximo dia 3 de julho.

Por Ramon Buçard ( Fonte: http://portaldt.com/nosso-review-para-cornerstone-novo-album-do-hillsong-live/ )


#Top5 by @criaugusto !!!


#Top5 - Endless Light



#Top4 - I Desire Jesus




#Top3 - Beneath The Wathers ( I will Rise )




#Top2 - Running



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#Top1 - Cornerstone



Bom é isso por hoje Galera !!! Espero que tenham Gostado ..... Caso não tenha gostado coloque abaixo - Qual seria seu #Top5 para o novo cd da Hillsong Church 2012 - Cornerstone !!!!

Atéh!!



 
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